OURO DE TOLO ( BE HAPPY)
Li recentemente uma entrevista em uma revista de grande circulação nacional, que me deixou estupefato: o pesquisador inglês Aubrey de Grey, que conduziu durante 14 anos suas experiências na prestigiada Universidade de Cambridge, na Inglaterra, afirma que em função de tecnologias médicas já disponíveis, e outras que despontam no horizonte da ciência, o ser humano dentro de uns 25 anos, estará habilitado a habitar o planeta Terra, com o mesmo corpo, não pelos oitenta e poucos anos de que dispomos atualmente, mas por uns mil anos.
Mil anos. Exatamente isto que você leu. Mas o motivo de minha estupefação, ao contrário do que você leitor, talvez possa estar imaginando, não é a ousadia da mente brilhante do cientista inglês, e nem a maravilha de nossa moderna sapiência. O que me espanta é que existam pessoas que desejam permanecer vivas por mil anos.
O que faríamos em mil anos, diferente do que fazemos em oitenta?
Sim, podemos dar oitocentas e noventa e nove voltas no globo, comer todas as comidas exóticas possíveis e imagináveis. Beber todas as cachaças. Experimentar todas as posições do Kama-Sutra e inventar outras tantas que deixariam os seus autores envergonhados… Rezar para todos os deuses, meditar em todos os mosteiros… – Se o seu lance for assim meio “espiritual sem uma religião definida”- Fumar todos os Haxixes, cheirar toda Cocaína possível e impossível… Outras drogas talvez, que produzissem um orgasmo nunca antes sonhado… Um orgasmo que durasse… Três horas… Ou três anos… Aprender a pilotar todos os tipos de carros, barcos, helicópteros. Asa delta, saltar de para-quedas. Podemos todos ganhar medalhas de ouro nas olimpíadas e nos tornar tão bons de bola quanto o Ronaldinho Gaúcho. Podemos aprender a tocar todos os instrumentos musicais e nos transformarmos em Edward Van Hallen… Ou Rafael Rabello… Poderíamos nos tornar escritores tão profundos como Dostoyevsky. Artistas tão revolucionários quanto Jackson Pollock… Sem o inconveniente de termos que suportar a dor e o sofrimento existencial que a sensibilidade excessiva dessas pessoas lhes custava, nos menos de oitenta anos que suportaram por aqui… Podemos? Sim, podemos… Ser inteligentes como Jonh Lennon… Como Mick Jaegger… cantar e rebolar ”I Can’t get no… Satisfaction”… Por mil anos… Especialmente as pessoas que passarem esses mil anos montadas na grana… Mas… Uma pergunta aqui dentro não quer calar: será que o nosso nível de consciência mudaria tanto assim nesses mil anos?
E se não mudar muito, e a gente ficar mil anos dando voltas e mais voltas ao redor do umbigo do nosso ego, repetindo os mesmos erros, teimando as mesmas teimosias, enxergando o mesmo horizonte limitado e machucando a nós mesmos e aos nossos próximos mais próximos com as mesmas faltas de amor, coragem e compreensão que exercemos ao longo de oitenta e poucos?
Alguém poderia argumentar que com mil anos, e sem o fantasma da velhice nos atormentando, teríamos mais tempo para mudar, para evoluir enquanto seres humanos, nos tornar melhores.
Como vamos saber? Não sei… Mas penso que há aqui, algumas questões fundamentais. Questões das mais importantes para estarmos discutindo atualmente, além do caminho das Indias: o que é a morte, o que é a velhice e para o que é que estas coisas servem?
E elas servem para alguma coisa?
Vamos ver alguns trechos da entrevista do “profeta da imortalidade”: (DE GREY, Aubrey, Revista Istoé, Numero 2070, 15 Jul 2009, Editora Três. Pgs.6 a 11.)
Não ficaremos mais frágeis, decrépitos e dependentes com o passar dos anos… O que temos que ter em mente é que é muito ruim para a humanidade saber que todos ficarão frágeis e doentes com o passar do tempo…
Parece um trecho de alguma fala do “Grande Administrador Mundial” do “Admirável Mundo Novo” de Huxley, né? Mas… Será que é isso mesmo? Quero dizer, será que a fragilidade e a dependência de nossos semelhantes, a que a velhice nos convida, são realmente ruins?
É óbvio que eu também sei que a resposta óbvia para esta pergunta é sim. Mas como um velho judeu, respondo uma pergunta com outra: Bom? Ruim? Para o quê? Para quem? Sob que ótica, diante de qual paradigma?
O escritor e analista junguiano, James Hillman, um velho judeu, que recentemente publicou o livro: “A Força do Caráter”, onde aborda a vida na terceira idade de uma forma brilhante e revolucionária, começa a sua obra com uma frase surpreendente que já muda o rumo da nossa conversa: “A velhice não é acidental, É algo necessário á condição humana, pretendida pela alma.”
A velhice não é acidental? Como assim? Então quer dizer que é algo que faz parte da vida, algo pelo que temos que passar, algo que faz parte do projeto de quem nos criou, seja Deus, Darwin, Dawkins, ou quem você preferir?
Por qual razão, Jesus, Baha’u’lá, Buda, Jeová, Alah, Jah, ou ainda o acaso, se você preferir, desejaria que nós, suas criaturas preferidas (?) passássemos por algo tão feio e sem heroísmo e glória, como é a velhice?
É algo necessário á condição humana? Necessário? Necessário para o quê? Voltamos á nossa pergunta anterior: para o quê servem a morte e a velhice?
E para arrematar: a velhice é algo PRETENDIDO pela alma? Pretendido? Quer dizer… Desejado? A alma deseja a velhice? Quem é essa tal de alma, de que lado ela está jogando? Por que a alma desejaria a velhice? Qual é a vantagem evolutiva da velhice? Por que razão uma mulher linda, maravilhosa, desejada, poderosa, precisaria passar anos de sua vida sem a sua beleza e poder, e ainda depender do amor dos seus filhos (filhos?) para ter um pouco de carinho e afeto verdadeiros, quando isto é a única coisa que realmente necessitamos?
Por que razão um homem voraz, riquíssimo, poderoso, um garanhão, precisaria passar por alguns anos de sua vida sem poder usar o seu poder para nada além de conseguir furar a fila do urologista, e ainda depender do amor dos seus filhos (filhos?) para ter um pouco de carinho e afeto verdadeiros, quando isto é a única coisa que realmente necessitamos?
Vejam como estas questões nos colocam diante de encruzilhadas.
Não tenho respostas para elas. Assim como você que está lendo estas linhas, também vivo imerso em um paradigma que me ensina que o objetivo da minha vida é que eu “pegue” todas as mulheres que eu puder, tenha um carro melhor do que o do meu vizinho, e seja feliz. Mas assim como você, também não faço a menor idéia do que seja: “seja feliz”.
Será que se eu der oitocentas e noventa e nove voltas no globo, comer todas as comidas, experimentar todas as cachaças, drogas, posições do Kama-Sutra, etc., sempre jovem e belo como o Dorian Grey de Wilde, eu vou ser feliz?
Espero sinceramente que a resposta seja sim. Que se for não, estamos num mato sem cachorro… Estamos?





















6 de agosto às 1:30
É dificil pensar em como seriamos com mil anos. Falar sobre algo que não experenciamos é muito vago. Mas ao mesmo tempo é extremamente relevante pensarmos sobre essas possibilidades. Isso revela a não aceitação da nossa condição existêncial, somos seres em direção a morte. Heidegger retoma uma questão que tinha sido esquescida, a questão do sentido do ser. O homem na sua busca por compreender a natureza, toma uma severa distância. O homem para compreender o proprio homem, distância-se do seu ser. O homem é parte da natureza, isso é obvio, mas parece não ser visto dessa maneira. O homem no seu processo de evolução, ganha algo diferente, o neocortex. O homem em contato com os misterios do mundo, produz religiões, ciência, filosofia e etc. Mecanismos que servem para dar sentido a existência. O fato é que não aceitamos a aproximação necessaria da natureza, pois claramente pode-se observar a busca pela a imortalidade, pela a eterna juventude. Precisamos sentir o mundo, a cada dia podemos perceber a impossibilidade de explica-lo, pois o mundo pode formar mutações inesperadas. Vejam as novas gripes. Vamos abraçar uma arvore, perceber as suas mudanças necessarias, nascimento, crescimento, reprodução e morte. Somos diferentes? Não vamos espalhar essa noticia, imaginem como encararia o pobre nordestino, que vive trabalhando e lutando contra a seca. Não deixem chegar no japão, não cabe um alfinete. Imagine, o mundo não aguentaria tantos anos, os homens que devastam a amazonia vivendo por mil anos. Brasil com corruptos vivendo por mil anos.
Abraços…
6 de agosto às 1:50
Muito legal! Quando li essa notícia, tive pensamentos parecidos. Pensei exatamente no Dorian Gray, que não deu conta da imortalidade, e pensei que, se isso pudesse ser verdade, o índice de suicídios aumentaria enormemente. Quem poderia aturar por mais de cem anos coisas como política, novela de TV, programas de auditório, George Bush etc.? Quantos livros o Paulo Coelho escreveria nesse prazo? E quantas séries de Harry Potter? Acho que oitenta ou noventa anos, com autonomia de movimentos e lucidez, estão de bom tamanho. Depois disso, um pequeno intervalo espiritual e o retorno para o recomeço da maratona.
A crônica tá ótima. Vislumbro (e aguardo) em breve um livro com a coletânea delas. Um abs.,
Ruy Fabiano
6 de agosto às 11:37
ENVELHECER
Envelhecer é fato
Não dá pra fugir
E se hoje estamos aqui
É por causa das curvas
Do tempo que feito seus intentos
Nos envelheceu bem debaixo
Do seu nariz
O tempo passa lentamente
Junto da vida é envolvente
O tempo é uma criança
Jogando videogame
Numa tarde de janeiro
Tardes que passam bem cedo
O tempo voa! Ligeiro!
Nos sábios cabelos grisalhos
Do meu pai
Vejo como o envelhecimento
É merecimento de uma vida
Em meio a uma constelação
Envelhecer é belo
Quando o tempo não bate
Com o martelo
Na ampulheta esparramando
A areia como lágrimas
Que brilham ao Sol
De uma vida que nos castiga
Com a cisão entre a espada e o dragão
Envelhecer é o certo
Quando se quer chegar
Ao final da jornada
Sintonizado numa outra estação
Meu pai velho
É meu pai belo
Imagem neste mundo
Do pai da criação
Envelheça ao lado do seu amor
E valorize cada novo sinal que chegou
Para que juntos possam
Sentir que a sua história
Não acaba pois é uma jóia
Que brilha sempiterna
Para além da vida que o tempo nos deixou
Leonardo Daniel
19/08/04
6 de agosto às 11:40
Antes do homem querer ser Deus.
Deus vai mostrar como é o homem.
6 de agosto às 14:43
Eu não quero viver mil anos. Não com essa mesma vida; é até difícil de imaginar isso acontecer… Os impactos seriam imensos em todas as áreas, imagine a previdência, as relações familiares, os desafetos e o tamanho da indústria da saúde… E para aqueles que ficariam mil anos no SUS? Aquele que teia mil anos de sofrimento, pense todo esse tempo para os cegos, doentes mentais e outros deficientes… Pow, 1000 anos com Sarney, com ACM?!?! Não.. ainda estamos longe de alcançar a felicidade com mais anos em uma mesma vida..[]‘Dau
6 de agosto às 20:56
Acho que daqui a mil anos o mundo não agüentaria de tanto caos ,digo, os problemas se multiplicaram comparado atualmente, eu não queira viver daqui a mil anos. E quem ficasse doente ou coisa parecida?! Seria uma espécie de tortura.
7 de agosto às 9:27
Mil anos? Muito interessante. A questão do tempo é relativa para cada um de nós. Tem gente que aproveita bem 24h, tem gente que desperdiça 24h. Com mil anos não seria diferente. Mas será que o planeta terra nos aturará por tanto tempo? Talvez seremos expulsos…
7 de agosto às 12:25
Clarice Lispector nos faz pensar a respeito da dinâmica misteriosa de nossa existência com seus versos únicos sobre “A PERFEIÇÃO:
O que me tranqüiliza é que tudo o que existe, existe com uma precisão absoluta.
O que for do tamanho de uma cabeça de alfinete não transborda nem uma fração de milímetro além do tamanho de uma cabeça de alfinete.
Tudo o que existe é de uma grande exatidão.
Pena é que a maior parte do que existe com essa exatidão nos é tecnicamente invisível.
O bom é que a verdade chega a nós como um sentido secreto das coisas.
Nós terminamos adivinhando, confusos, a perfeição.”
7 de agosto às 17:57
Pensar em viver 1.000 anos parece-me semelhante ao se ganhar na loteria $1.000.000.000.000.000.000.(…)000,00…Não pelo disparate da possibilidade mas por quão pequeno é o horizonte que nos impomos. Dispender $ 1.000.000,00 talvez seja mais factível do controle associado ao apego mas, $1.000.000.000.000.000.000(…).000,00…Ah! Im-possível(?!!!)…a gente nem se permite à possibilidade.
Urgimos CRIAR! RE-CRIAR! RE-CRE-AR…
o que é a velhice e para o que é que estas coisas servem?
Desculpem-me mas não me espanta que existam pessoas que desejam permanecer vivas por mil anos.Não nos ensinam a nos educar continuadamente a crer que somos ETERNOS?
8 de agosto às 0:48
amigos…muito grato pelas boas palavras…estou aprendendo um tanto com vocês… Gabriela…muito fino o que você escreveu, maninha, muito fino… mesmo… também penso dessa maneira, mas tem coisa que a gente não pode escrever diretamente, né? quem tiver olhos que veja…[]s C.Maltz.
8 de agosto às 1:20
Eu sempre me pego brigando comigo mesmo e com o mundo por falta de tempo. Não tenho tempo pra isso, nem praquilo…digo que gostaria de viver 300 anos para ler todos os livros que quero ler, ver todos os filmes, conhecer todos os lugares…
E muitas vezes vejo que um minutinho que passo com meu filhote na volta do trabalho, vale a vida toda.
Porque essa busca louca por mais tempo, em vez de buscar a qualidade do tempo possível? Se nossa alimentação fosse melhor (organico era róça, agora é luxo!) , fossemos melhores nos relacionamentos, tivéssemos um planeta saudavel, todos viveríamos mais de 100 anos e com saúde…
Acho que a felicidade não se relaciona com o tempo…ruga é a única tatuagem que realmente te faz diferente.
8 de agosto às 11:15
De repente em mil anos as pessoas terão mais tempo para descobrir o que é a real felicidade… Muitos morrem sem saber…
8 de agosto às 14:32
“Ruga é a única tatuagem que te faz realmente diferente”!!! Genial!!! és tu o autor??? []s C.Maltz.
8 de agosto às 14:36
maninha…uma pessoa que não descobre o que é a felicidade em 80 anos, não vai descobrir nem em 80.000.000.000… com o mesmo grau de consciência… por isso precisamos ir e vir… em outras condições… como disse a Clarisse: tudo o quye existe, existe com uma precisão absoluta… e o ser humano teima e insiste em “melhorar” as coisas que Deus fez… incrível… e enquanto isso, a OMS ( Organização Mundial de Saúde) anuncia que em 2020, 35% da população do planeta Terra estará sofrendo de depressão, e outros 35% estarão imersos em alguma forma severa de adição, seja alcool, drogas, pornografia, comida, compras, etc… será que tem alguma coisa a ver?
8 de agosto às 14:41
“envelheça ao lado do seu amor” diz o belo poema que o Leonardo nos mandou… que belas palavras manão…bão …mas…aí temos que ter algum amor… cultivar, manter, ser fiel, essas coisas…tão fora de moda atualmente… []s C.Maltz.
8 de agosto às 16:55
Uma coisa é certa se Deus em sua infinita sabedoria fez assim, é porque tem um propósito e em nosso atual estágio evolutivo a velhice não é um mal como as pessoas pensam, ela deve trazer muito aprendizado quando bem vivida.
9 de agosto às 0:02
Pensei nessa frase enquanto escrevia, mano. A gente sempre ve uma história quando olha no espelho! Uma ruga aqui, cabelo branco alí… é a tatuagem mais sincera.
9 de agosto às 22:32
Tá, tudo bem. Viver mil anos? De que maneira? Como diria o grande Lobão: “É melhor viver dez anos à mil, do que mil anos à dez!” Abraços!
10 de agosto às 8:17
Realmente temos que repensar os pos e contras de uma mudança tão radical no nosso tempo sobre a terra. se você tem a possibilidade de habitar a terra por mil anos e não mudar a forma de observar o horizonde e nem saber disfrutar de sua “vantagem competitiva”, de que serviria????? acredito que sem uma compreensão totalmente nova de “somos quem podemos ser, sonhos que podemos ter”, de nada adiantaria.
10 de agosto às 17:40
Minha mulher é hoje mais bonita com 36, do que quando a conheci em 2005. E sempre será assim, suas tatuagens como disse Osmar, ficaram e ficarão ainda mais; incrívelmente belas, então mergulharei cada vez mais na sua companhia até virarmos estrelas no céu de quem quer o amor. Maltz obrigado pelo elogio e eu me amarro muito no que você escreve e diz, e aprendi muito com todos que comentarem aqui. Eu acredito que há seres, Mestres, que se quiserem são imortais, seres ilumindados semelhantes aquele “que um dia andou entre nós” mas o que eles sentem? o que eles fazem? é bem diferente da proposta desse cientista tão cinza-metálico…
10 de agosto às 23:22
“Monstro” parabens pelo texto… sua dignidade e certeza no que acredita me comovem ! O que mais me incomoda eh me ver dentro deste cenario…ele nos “engole” e nem percebemos… estou perdendo um pouco a feh na poesia, pois a comodidade de uma vida segura eh muito capitalista, ou seja, uma boa escola, um plano de saude para os filhos, morar bem, num bairro seguro, etc…que saudade dos meus 14 anos, onde o que me fazia feliz era 2hs livres e um vinil dos enghaw…abx
11 de agosto às 11:44
Apenas um lembrete… hoje, 11 de Agosto de 2009, 10 anos depois do “dia do grande eclipse que marcou o início do período das transformações mais radicais que nosso planeta já assistiu”…
Abraço a todos!
Marcelo Sorrentino
12 de agosto às 0:22
bem lembrado, marcelão… e nós estamos bem no meio delas…e o povo esperando o que vai acontever em 2012…o que vai acontece? NADA… nada de diferente do que já está acontecendo…o povo quer um fim do mundo EXOTÉRICO e não percebe que o que estamos vivendo é um fim DE UM mundo, que é assunto de natureza ESOTÉRICA… []s C.Maltz.
12 de agosto às 0:24
manão Murilo… este assunto que trazes é muito importante…sim, o sistema-coisa ficou inteligente…pra que financiar ditaduras e golpes militares, se você pode sodomizar a mente das pessoas e empanturrá-las de mc Donalds e Rivotril? []s C.Maltz.
12 de agosto às 0:26
maninha Soraia…é isso.o que mais me surpreende e assusta, é que tem gente que não vê isso…o óbvio… e o cara é pós-pós-pós doutro em Oxford, um verdadeiro PhDeus… []s C.Maltz.
12 de agosto às 0:28
alguém assistiu um filme antigo, chamado “O feitiço do Tempo”, com Bill Muray?
12 de agosto às 8:17
Maltz esse filme é um em preto e branco no qual o protagonista vence a morte num jogo de xadrez ?…
Pessol, em 2005 eu e minha mulher conhecemos foi o Maltz.
A minha amada, nessa vida a reencontrei dia 2 de setembro de 1995, nos casamos três anos depois, quando eu tinha 19 e ela 25.
O que será o tempo?
O que será o amor?
Amigos não desistam de sonhar.
Não percam a fé, e veremos que a poesia vence no final, Murilo lembre-se “o ultímo suspiro é purificação”
12 de agosto às 10:05
O feitiço do Tempo, é um reporter que vai em uma cidade do interior fazer uma reportegem, e quando acorda no dia seguinte, ele acorda sempre no mesmo dia, ou seja preso no tempo com a oportunidade de mudar o dia e se libertar do feitiço, quando percebe isso ele muda o seu dia várias e várias vezes..mas não se liberta do feitiço..só no final…pq???ai…que não assistiu, assista de descubra, mas em resumo é isso..rs
Outro filme bom é K-PAx um caminho para LUZ.
[]s
12 de agosto às 20:51
Mil anos fugindo de balas perdidas ? Mil anos espalhando o virus e procurando a cura pra gripe do frango , do porco , do boi … e varios outras com nomes de animais que virão ? Mil anos de estupidez , ganancia , intolerancia humana ? Não . To fora . ” Eu nunca vou querer viver neste novo mundo , nesta nova forma de morrer ” . A humanidade pode ter a pretensão de viver mil anos , mas e o nosso Planeta ? Sera que aguenta ? Com toda essa ganancia e egocentrismo ? Da minha janela eu olho para o futuro e vejo um futuro ” cinza ” depressivo envolto em nuvens negras , prefiro voltar os olhos para o meu quarto e procurar a felicidade nos labios de minha mulher , no abraço sincero de meus amigos … Que bom seria se daqui a mil anos eles inventassem algo que nos fizessem voltar ao nosso tempo de menino e pudessemos ver o mundo com o olhar ingenuo de uma criança … Seria bem mais interessante. Enquanto isto prefiro ficar aqui no presente em meio a balas perdidas ,gripes , corrupções … encarando a vida real sem anestesia.
“… a palavra sarjeta no fim do poema ”
sera que chegaremos ao fim deste poema?
13 de agosto às 8:58
Nossa Anselmo, desde quando eu tia uns 12 anos venho me perguntando sobre “o fim do poema”, e só hoje com 30 quase 31, graças a você eu descubro uma resposta: o poema dessa música dos Eng Haw é a história da própria humanidade, um poema épico, portanto… E “a palavra sarjeta no fim do poema…” é como a humanidade vai ficar, “no dia D, na hora H”… “na hora de acender a luz”… Mas concordo com o Maltz quando ele diz que isso é um processo, gradual, radical e por que não definitivo!?
13 de agosto às 14:24
sim Washington, esse é o filme, e como é que ele se livra do feitiço de ficar prse sempre vivendo as mesmas coisa? Quem ainda não assistiu esse filme, assista, ele é imperdível e tem tudo a ver com essa nossa conversa aqui…[]s C.Maltz.
13 de agosto às 20:10
Belo filme, ele mostra como o aprendizado e evolução são necessários para sair da vibração/estagnação que a gente se encontra. “Stuck in a Moment” como diria o Bono.
Pensar neste filme agora me trás uma luz completamente diferente de quando eu o assistí.
Agora vejo nítidamente como nossa vida é aquele dia…o quanto a gente quer se divertir para esquecer das coisas sérias, o quando a gente quer se aproveitar do pouco que sabemos para ser mais “esperto” que os outros, e como deixamos passar batido coisas tão importantes.
Infelizmente a grande parte da humanidade repete o mesmo dia, todo dia…e nem percebe.
Dicassa manão…vou assistir de novo. Osmar Piffer
13 de agosto às 21:31
E aíh Leonardo tudo bem ? Eu tambem concordo com o Maltz em algumas partes , como “o que o cara vai fazer em mil anos que ele não poderia fazer em 80″ ? Essa pergunta é tipo ” seiscentos anos de estudo ou seis segundos de atenção ? ” Eu prefiro os seis segundos de atenção !
O que mais me assustou nessa cronica é a pretensão dos seres humanos quererem ser deuses antes mesmo de merecermos ser homens (um grande passo pra humanidade ou um pequeno veneno pra cada um de nós ?).A humanidade com toda sua pseudo-sapiencia querem encontrar grandes soluções e esquecem dos pequenos problemas . Quem diria que em pleno século 21 nós seres humanos estariamos morrendo por causa de uma gripe ? Tem pequenas coisas que se evoluem mais rapidamente que nós…
Leonardo dias desses olhando pra minha mulher tive a mesma sensação que voce teve com sua esposa, de achar ela bem mais bonita hoje do que quando a conheci . Daí parei e fiquei me perguntando : Será que ela mudou ? Ou mudou a forma de eu olhar pra ela ? De prestar mais atenção … Sera que foi o tempo que trouxe essa beleza para ela ? Ou foi o tempo que me trouxe a maturidade de enxergar esta beleza nela ? Ainda não encontrei a resposta. Mas por que não olhamos ao nosso redor com a mesma maturidade e sabedoria e tentamos enxergar essa beleza no próximo em vez de olharmos somente os defeitos ? Acho que talvez assim encontraremos a felicidade ou pelo menos ficaremos em paz … Talvez os defeitos dos outros estejam nos nossos olhos , na nossa pré-conceituosa forma de olhar !
Um grande abraço Leonardo
E peço desculpas ao C.Maltz pelo meu comentario ter fugido um pouco do assunto principal da cronica que era sobre a MORTE e a VELHICE .
14 de agosto às 11:13
Quero assistir o filme, vou hoje mesmo a video-locadora.
Anselmo, não acho que saiu do tema, e nem que o Maltz irá se chatear, pelo contrário acretido que ele está aprendendo, assim como nós e você e mais todos que postaram ampliarem o tema, a discussão.
Meu caro amigo Anselmo, gostei muito das sua dúvidas, eu também as tenho, e quero refletir mais sobre esse olhar, e maturidade. E a Mensagem dos Astros que o Maltz nos envia por e-mail, nos diz que hoje 14/08 é para termos um cuidado especial com o OUTRO. As pessoas e nós mesmos temos tanta dificuldade de aceitar o outro como ele é, e assim perdemos nosso precioso tempo.
Sobre o olhar, lembro das palavras de Jesus quando ele fala que se vemos o mal é porque nossos olhos estão doentes…
E sobre o futuro da humanidade com todo caos que já temos e ainda virá, sou otimista e a própria Biblía também, quando nos fala no seu final, o seguinte:
Apocalipse 21,4
“Ele enxugará toda lágrima dos seus olhos. A morte não existirá mais, e não haverá mais luto, nem grito, nem dor, porque as coisas anteriores passaram”.
14 de agosto às 13:57
Anselmo, seu comentário é muito bom, e não foge ao tema, amplia o tema , que é bem diferente, né? sim, você tras o assunto da felicidade, que de certo modo está embutido no meu texto, e nos comentários de vocês… será que com 10 vezes mais tempo de vida teremos 10X mais chances de ser feliz? o que acham? se sim, se não… expliquem o porquê. []s C.Maltz.
15 de agosto às 8:26
Viver mil anos, ou sobreviver a mil anos?
Já passei dos 40 (pela media estou-nos 50% finais).
Não desejo viver mais do que isso, se não a vida perde o sentido.
O importante e viver bem. Não viver muito.
Com mil anos o amanhã seria eterno. Sempre adiaríamos as nossas decisões.
Com certeza teríamos que reinventar novos vícios para trapacear o tempo.
O INSS ficaria feliz, pois só aponsetariamos com 963 anos de idade e mais ou menos 940 anos de contribuição.
Corrija-me se estiver errado sempre ouvir dizer que teve um centurião que foi condenado a viver para sempre. Então viver muito e um castigo não uma bênção.
Se alguém quer viver muito: faca algo que seja reconhecido, pois assim sempre vivera na memória dos vivos, e tenha filho que terão netos e assim por diante. Sempre terá algo de você vivo em alguém.
No mais: Que a terra lhe seja leve.
[ ] s a todos.
15 de agosto às 8:47
Valeu pelas palavras Leonardo , fico feliz em saber que não estou sozinho nestas duvidas.
Maltz depende em onde cada um procura essa tal felicidade. Tem muita gente cruzando o rio atrás de agua, querendo procurar a felicidade num lugar distante e as vezes não são capazes de enxergar que ela pode estar bem debaixo dos seus pés . Aproveitando que você citou Raul Seixas no titulo de sua cronica , tem uma frase dele que resume um pouco isto que estou dizendo ” Tem muita gente que passa a vida inteira travando uma inutil luta com os galhos , sem saber que é la no tronco que esta o coringa do baralho ” . Tenho amigos com 30 anos que lembram do passado e dizem: ” Que saudede dos meus 15 anos, aquele tempo eu era feliz e não sabia ” , tenho certeza que quando estiverem com 60 anos lembrarão de hoje com seus 30 e dirão: ” Que saudade dos meus 30 …” Então pra essas pessoas que buscam sempre a felicidade no futuro e esquecem de olhar o presente não vai fazer diferença viverem 10 vezes mais se eles não souberem enxergar a felicidade nas coisas simples.
Mas afinal o que é a felicidade ? Onde ela esta ? A felicidade esta num carro importado ou no abraço de um irmão ? A felicidade esta numa viagem à Europa para conhecer Paris, Londres, Milão … ou numa viagem para dentro de ti, para conhecer a si mesmo ? … Devemos procurar a felicidade em nós mesmos , antes de querer procurar no OUTRO. Afinal nós tambem somos os OUTROS … Ou não ?
” Não procure um céu azul no mar vermelho ”
” Não procure outras pessoas no espelho “
16 de agosto às 12:06
Reginaldo e pessoal, há duas histórias da Mitologia Grega que mostram bem o sofrimento de viver para sempre…
Numa Sísifo tem que carregar para sempre uma pedra morro acima, e depois a pedra, gigantesca pedra rola para baixo. Sísifo repete isso sempre e sempre…
A outra história é o mito de Tântalo que mata seus filhos e serve de jantar a Zeus e outros Deuses, que não comem da carne e o prendem no mundo dos mortos… Lá Tântalo tem uma fome e sede eternas, ele está num cristalino lago, quando se abaixa para beber a àgua, a água também se abaixa e ele fica com sede, tem uma árvore com maças maduras, ele tenta pegar uma para comer, mas é como se um vento soprasse e levanta o galho, impedindo que ele coma.
Então Maltz respondendo sua pergunta, concordo com Anselmo, quando ele diz: “não vai fazer diferença viverem 10 vezes mais se eles não souberem enxergar a felicidade nas coisas simples”…
E quem de nós é capaz de perdoar? Pois para ver o simples é preciso do perdão que limpa os olhos da mágoa!
16 de agosto às 13:38
Lembro-me quando minha vózinha estava no final de seu ciclo aqui, já não se lembrava mais nem de seu nome; eu me questionava qual a razão da velhice…
Na época cheguei a conclusão (digo na época, porque me afirmo um ser que se permite mudar de opinião sempre que necessário!) de que a senilidade é uma bênção. Sim, pois quando as pernas já não puderem nos levar onde queremos ir, quando tudo estiver despinguelado, nossas reservas financeiras passarem a ser cuidadas pelos filhos pra que não façamos “bobagens” e tivermos que passar os dias assistindo a vida na depêndencia de carinho e ajuda até para as necessidades mais básicas do ser humano, ficar lembrando de tudo que vivemos, das dores, temores, das chances perdidas, ter que lembrar das alegrias com a ânsia de tê-las de volta e nada mais ter o que fazer, a não ser esperar a morte ter piedade e nos levar…Realmente bem melhor estar “esclerosado” nesse período.
Enfim, acho que a questão de querer viver cada vez mais e mais, ainda é ver a morte como um grande mal, sendo que, ela pode ser um conforto, uma piedade, uma misericórdia.
Quem nunca gritou “Pare o mundo que eu quero descer!” que adie mais e mais a única certeza que temos ao nascer, a de que vamos um dia morrer.
16 de agosto às 23:55
legal… também vou por aí… bem, eu sou reencarnacionista, né? pra mim isto não tem muita dificuldade para compreender… é exatamente para isso, que o processo é desta maneira,penso… a reencarnação é uma benção, uma oportunidade de continuar, mas com o velocimetro resetado, e com uma nova oportunidade de formatar o HD, com uma nova família, uma nova infância, pais, relação com os pais na infância, etc…esse foi o jeito que Dues fez as coisas, na minha opinião, em sua infinita sabedoria e bondade, e aí vem um PhDeus de Oxford, uma sacerdote da religião matrialista que nos assola, e quer re-inevtar a roda… com uma ingenuidade e pretensão que chega a doer na alma…eita humanidade tosca… quantas e quantas reencarnações ainda serão necessárias pra gente começar a ver um pouquinho de Luz? []s C.Maltz.
17 de agosto às 9:24
Pensando a respeito fiquei imaginando que, se o objetivo é viver mil anos vislumbrando enriquecer materialmente e consumindo intensamente, essa tal sociedade de “jovens idosos” não resistiria muito tempo. Talvez o nível de desobediência seria tal que a própria sociedade iria ruir e, na sequência, voltar a forma como era (ou como é).
Não consigo acreditar que isto seja possível. Já vemos isto não ser possível com a situação atual do mundo e a resposta que a Natureza vem mostrando. É como o comentário lá em cima. Tudo existe com precisão. Vejo que tudo que é criado pelo homem e não condiz com a precisão condiz com a própria destruição.
Caminhemos em busca de nos conhecer, entender o que nos rodeia, e trabalhar com o objetivo de melhorar nossa sintonia com o que o nosso lar (de nome Planeta Terra) nos fornece.
17 de agosto às 12:20
Bem de um ponto de vista científico a morte seria um meio para não atingir tão rápido a superpopulação mundial, creio eu … a velhice, o efeito da perda de regeneração das células.. grande merda …a velhice e necessária para termos medo … temos medo de algo assim, algo que nos limita .. ter na cabeça aquilo de que tem que fazer ate aquela época .. depois dali é só repassar conhecimentos ^^… si tivermos tempo de mais .. iremos viver menos, naquela velha mania do ” eu tenho tempo . deixa pra amanha “. talvez aquela mentalidade de imortalidade .. a pior de todas .. pois a imortalidade nos deixa menos humanos. pois poha .. a velhice é algo q agente aprende na primeira série .. todo ser vivo ” nasce>cresce>reproduz>envelhece e morre ” ^^ fico pensando fizeram-nos pra viver essa media( puro entretenimento de uma força maior ^^ chame do que quiser . deus ou derivados ) … ate o cérebro humano só sustenta em media uns 140 anos… tudo que dura tempo de mais fica chato e tedioso… tudo q e bom dura o tempo necessário para si tornar inesquecível .. é o que dizem … viver muito tempo não ta com nada .. o negoço é viver muito no tempo que nos foi dado ^^.. viver 900 anos artificiais .. como já falaram .. seria tudo muito superficial … ainda não vivi nada e tenho mais 70 anos pela frente .. tudo que digo são sem bases mas é o que me vem na mente. ( só falei esse final pra rima mesmo ashduasdhauh) . belos pensamentos. prazer ai ^^
17 de agosto às 12:26
Bem de um ponto de vista científico a morte seria um meio para não atingir tão rápido a superpopulação mundial, creio eu … a velhice, o efeito da perda de regeneração das células.. grande merda …a velhice e necessária para termos medo … temos medo de algo assim, algo que nos limita .. ter na cabeça aquilo de que tem que fazer ate aquela época .. depois dali é só repassar conhecimentos ^^… si tivermos tempo de mais .. iremos viver menos, naquela velha mania do ” eu tenho tempo . deixa pra amanha “. talvez aquela mentalidade de imortalidade .. a pior de todas .. pois a imortalidade nos deixa menos humanos. pois poha .. a velhice é algo q agente aprende na primeira série .. todo ser vivo ” nasce>cresce>reproduz>envelhece e morre ” ^^ fico pensando fizeram-nos pra viver essa media( puro entretenimento de uma força maior ^^ chame do que quiser . deus ou derivados ) … ate o cérebro humano só sustenta em media uns 140 anos… tudo que dura tempo de mais fica chato e tedioso… tudo q e bom dura o tempo necessário para si tornar inesquecível .. é o que dizem … viver muito tempo não ta com nada .. o negoço é viver muito no tempo que nos foi dado ^^.. viver 900 anos artificiais .. como já falaram .. seria tudo muito superficial … ainda não vivi nada e tenho mais 70 anos pela frente .. tudo que digo são sem bases mas é o que me vem na mente. ( só falei esse final pra rima mesmo ashduasdhauh ) belos pensamentos … prazer ai em tentar participar xD
17 de agosto às 14:31
Eu confesso que não li os comentários, pq pelo q vi já sei o q esta escrito lá!
Eu sempre acreditei q a morte não é necessária, nunca foi e nunca será essa burra, chamada de única verdade da vida, pois todos em algum momento falamos, não existe verdade absoluta, então pq carga d’águas acreditamos?, pq nossa ALMA assim o quer, fomos programados desde q nascemos para isso, para viver uma inexorável vida miserável a qual nossos pais viveram, e todos os seus ancestrais, e assim nos condenam também a isso, como um HD virgem, vamos engolindo essas baboseiras e mentiras e vamos dando a elas STATUS de GRANDES VERDADES ABSOLUTAS, por virem num primeiro momento, das pessoas mais importantes de nossas vidas, pelo menos nossos primeiros dias de vida, e a nossa jovem ALMA livre e leve, q estava iniciando seus dias de glória e VIDA, vai se vendo cercada por lixo e entulhos com os quais não consegue lidar, pq é dócil, amável e feliz, mas aí com o passar do tempo vem as circunstâncias, pois cada pessoa q já esta nesse mundo não passa de um carrasco de si mesma e um supressor da felicidade alheia, e busca fazer verdade suas infelicidades sobre todos e tudo, causando então uma avalanche de ciscunstâncias q refletem essa imundicie q é viver, sobre qualquer um. Isso é a, compacto claro, pois não vou escrever uma tese aqui, VIDA HOJE!
O q eu acredito, claro estou em formação ainda, nada é totalmente claro ou pronto, e realmente espero viver uma eternidade em formação, pq acho q por mais q aprendamos sempre haverá mais a ser apredido, eu acredito q essa citação, q seria o supra sumo do desejo do homem moderno “Dar oitocentas e noventa e nove voltas no globo, comer todas as comidas, experimentar todas as cachaças, drogas, posições do Kama-Sutra, etc.” é o q mais preocupa, pq estamos mais preocupados com isso do q conosco mesmo, já que nem conseguimos saber o q é ser feliz? Aff eu sei o q é minha felicidade, mas claro q não vou dizer pq ela é uma coisa, como direi, impossivel de se dizer, e por mais q eu tente explicar pa alguém esse alguém não vai entender, pq eu já tentei, não sei se pelo simples fato dessa pessoa também não saber o q é ser feliz, não possa entender a felicidade de outro, é complicado, tb digo q mesmo sabendo essa minha felicidade é um estado de espírito, não tem motivo ou causa, só é!
A única coisa q me corrói nesse meu modo de pensar e acreditar é não saber como essa humanidade q está aí, poderá chegar à alcançar uma sobrevida de 150 anos ou num futuro próximo mil anos, num mundo q já está destruído, numa sociedade q já esta cancerosa e caindo aos pedaços, num individuo q já está fatalmente incapacitado e meu maior medo, produzindo proles nas quais implantará seu legado de miseria humana e incapacidade total de vida e felicidade!
A única coisa q eu posso gritar agora é pare o mundo q eu quero descer ou q a VIDA se mostre capaz e assuma as rédeas da procriação dando um breque fatal na corrida do crescei-vos e multiplicai-vos!
18 de agosto às 14:46
olá, saudações a todos que vieram dar as suas contribuições… vocês são todos benvindos, e a contribuição de vocês é bem importante, pelo menos para mim, por que estou crescendo um tanto em minhas reflexões, á partir das reflexões de vocês, a Internet, nesse sentido, é incrível… estamos aqui discutindo idéias, e não pessoas, que na real, a gente nem se conhece… MOISÉS… achei importante no seu comentárioa distinção entre a precisão, que é a Natureza, e a Criação, e o criado, a criatura, que somos nós, e a medida da destruição, que é justamente a des-sintonia com o ritmo da Criação… também vou por aí, e vejo que outras pessoas que fizeram comentários também foram… a questão da arrogância e da ignorança do Homem que não enxerga isso, e quer “melhorar” o que já é perfeito… maninho RAFAEL… gostei das suas palavras, mas não concordo com o lande de que a velhice é só passar conhecimentos, vejo que a velhice é importantíssima dentro de uma visão mais espiritual, que penso, está em falta na civilização-coisa onde vivemos… precisamos da velhice e da morte, para desenvolver alguma humildade… e sabedoria… se não, a arrogância egóica seria muito mais insuportável do que já é… maninho JARBAS…tu tens filhos?
18 de agosto às 21:36
Pra mim é uma pergunta bem difícil de responder. Também acredito que o nosso tempo é suficiente, que é necessário “recomeçar” com pilhas novas em nova empreitada.
Mas, por outro lado…alguém que dá valor a vida, e segue em uma busca, ou caminho de evolução espiritual, com mais tempo de vida física terá um desenvolvimento especial…mas ao mesmo tempo acaba se contrariando com a questão espírito X matéria, porque se é espiritual não precisa de vida física por 1000 anos.
Difícil, na minha cabeça as coisas sempre se justificam e se contrariam ao mesmo tempo.
Eu hoje trabalho com as ferramentas que eu tenho. Busco qualidade no tempo que eu tenho, mas não sei qual seria minha reação se o PHDEUS aparecesse na minha frente com a pílula dos 1000 anos…alguém sabe? Osmar Piffer
19 de agosto às 14:48
eu ia correr e dizer: vade retro satanás… Deus me guarde de uma maldição dessas…[]s C.Maltz.
19 de agosto às 21:43
Acho q entendi sua pergunta! Mas vamos brincar. Não. não os tenho, nem vejo relevância, deixo para os normais que querem perputuar nome e deixar sementes! Mas qual a relevância dessa informação?
E te faço uma, vc é espirita reencarnacionista e pelo perfil humano normal, você acha então como a grande maioria espirita e outrens que o Espirito é o q importa, o corpo é uma poeira, o corpo é mortal, fraco, o espirito é energia, puro e eterno, então pq ter tanto trabalho? Será q aqueles aos quais desdenhas de PHDeus são falhos em seus estudos, não tem eles espiritos eternos? Talvez mais antigos q o teu? Estando mais próximos de Deus?
20 de agosto às 14:08
olá mano… bem, vamo lá, vamos ver se eu entendi as suas perguntas… se o espírito é o que importa? sim, mas o trabalho todo é para que ele, o espirito possa evoluir, e só evolui na terra, encarnado em um corpo, por isso tanto trabalho… mas PURO??? claro que o espirito não é puro, se fosse puro, não precisava evoluir, e não estaria na terra, entendes??? o PhDeus é um cara que pensa que é Deus, independente da sua competência, aliás, só um cara competente e talentoso poderia se colocar no lugar de Deus… mas o que ele não tem é sabedoria e nem humildade, que se tivvesse,sa beria o seu tamanho real diante de Deus… se ele está mais perto do que eu ou mais longe do que eu de Deus, como vou saber? e nem estou interessado nessa questão, não é pro meu bico… a antiguidade do espírito ( que não minha compreensão, significa que ele encarnou mais vezes, não quer dizer muita coisa… pode ter encarnarnado um zilhão de vezes e continuar sendo um arrogante que não vê o que é óbvio para outros que são bem menos escolados)…enfim… uma questão de humildade, entendes? não que eu mesmo tenha alguma… mas sei que não tenho humildade alguma, o que já é foi alguma humildade…talvez…hehehe… []s C.Maltz.
20 de agosto às 14:27
ahhh, sim, agora entendi que tu és o mesmo Jarbas da mensagem anterior…hehehe… sim, logo se vê pelas tuas palavras, que tu não tens filhos… quem os tem, já começa a desenvolver algum amor e humildade, e começa a ficar um pouco mais parecido com gente… hehehe… ( este foi o meu caso) bom, pelo menos em geral, que o que tem de pai e mãe des-naturado, pai e mãe que coloca filho no mundo e abandona, hoje em dia, não é brincadeira, né gente? quando a pessoa planta uma semente e se resposabiliza por ela, quando a pessoa cuida da semente que plantou, e se permite ter a coragem de abrir o seu coração para o amor a esta semente, o discurso muda um tanto, sabes? quanto aos normais, nunca conhecí nenhum, aqui no manicômio terra… só tem doido, bródis… eu, tu, nós, vós e eles… só doidin… uns um pouco mais, outros um pouco menos… bem pouquinha diferença mesmo… só doido… mas acima de tudo, quero dizer que sou grato e estou feliz com a sua presença aqui no blog, ainda mais que tens a coragem de ter uma opinião divergente, e publicá-la… pelo que entendi pelas tuas palavras, teu pensamento e tua maneira de ver as coisas estão te trazendo felicidade na vida. para mim, isto é o mais importante… independente do cara concordar ou não com as idéias que eu estou emitindo, no momento… te desejo que possas seguir desta maneira, plantando e colhendo felicidade, que, no frigir dos ovos, é o que realmente importa…[]s C.Maltz.
22 de agosto às 16:02
Maltz para finalizar meus comentarios gostaria de te parabenizar pelas cronicas , pois cada vez mais elas estão chamando a atenção da “rapaziada” e os comentarios estão aumentando gradativamente. Antes que eu me esqueça:
“Parabens pela humildade e elegancia” … rs
“muitas pedras no caminho … uma flor em cada mão”
Para bom entendedor uma frase basta … um forte abraço.
Aguardamos novas cronicas …
24 de agosto às 10:03
grato amigo… e vamos indo em frente… nem Jesus agradou a todos, sei que tem gente que vai gostar e gente que não vai gostar do que eu digo… se eu quisesse “puxar o saco” do povo, talvez encontrasse mais gente pra me aplaudir… mas não é do meu feitio… faço o que posso mano, e sou grato a todos vocês que estão me acompanhando, sem vocês, não faria sentido nenhum… já estou trabalhando sobre a próxima crônica que será sobre política e alma, ou ainda, a volta da alma ao cenário político… aguardem, na Lua Cheia ela estará no ar… []s C.Maltz.
24 de agosto às 11:25
Fala mano !
Lendo a mensagem de hoje fiquei pensando sobre essa coisa do coração e pergunto: Nessa peleja da vida, que graças a Deus, tem somente a longa duração de no máximo 100 anos, que já é o suficiente para dar de cara no muro algumas vezes, você aconselha às pessoas seguirem só o coração ? Como é pra você esse equilíbrio ?
Abs,
Thiago
25 de agosto às 0:33
boa pergunta… não, não aconselho a seguir só o coração, porque como diz na mensagem, o coração apronta… e tá sujeito a pessoa sofrer muito… se fosse pra gente seguir só o coração, não teríamos uma racionalidade, teríamos só o coração, não é? mas vivemos em um momento onde a racionalidade está super-valorizada e o coração está por baixo, então, eu puxo mais a brasa pra sardinha do coração, entendes? é uma coisa de equilibrio mesmo, de encontrar o fiel da balança…que é peleja pra encontrar… []s C.Maltz.
25 de agosto às 1:37
Caro Jarbas,
discordo totalmente do seu comentário, mas admiro muito sua vontade e coragem em falar a sua verdade. A democracia pressupões este estado de coisas no qual cada um fala o que pensa e deve ser respeitado por isso. Quanto ao fato de ter filhos ou não… não se preocupe. Existem milhares de pessoas muito boas que não os tem sejam por falata de dinheiro ou do momento certo, etc e são pessoas maravilhosas. As crianças são presentes dos céus e simplesmente são. Elas não fazem ninguém melhor ou pior depois que elas nascem. Há casos de mudanças que vão desde a generosidade até o medo e a acomodação. No mais, é colocar muito peso sobre os ombros das criancinhas: melhorar um adulto. Já cria um problema para o pequeno ser. Na maioria dos casos, as pessoas se defendem usando a frase “Sou um cidadão de bem, casado, pai de família e pago meus impostos…” Chavão. A pessoa boa é boa e simplesmente ama por amar, por gostar do próximo, Por se deliciar com o sol e as estrelas. Eu sempre cultivei o amor, a compaixão e a verdade. Meu filho é um presente celestial que não tem que ter utilidade em me fazer isto ou aquilo. Ele simplesmente é. Não foi concebido para isto ou aquilo. Ele é a essência pura, é o amor, a beleza, a glória, a perfeição e a centelha de luz divina que todo ser humano é e as vezes se esquece disso e se perde no caminho. Quanto a viver 1000 anos… TÔ FORA. Eu nasci há 10 mil anos atrás e já vi coisas demais. Gosto dos intervalos. São como cochilos ob a mangueira depois de caminhar por campos abertos por horas e horas. E fiquei feliz com a notícia de que na próxima reencarno em outras paragens…
Luz e amor para vocês
25 de agosto às 11:19
Jarbas
Gostei do que escreveu. É um tanto nilista você sabe. Mas é uma inquietude e mesmo sem saber: ESPIRITUAL.
Se você tivesse lido os comentãrios, iria se surpreender, teve gente que falou assim como você: “pare o mundo que eu quero descer”, e eu falei que acredito que a morte pode ser superada por seres verdadeiramente ILUMINADOS, pois a highway é infinita.
Mas não existimos só em um plano de existência, nesse mundo tridimensional, já comprovei isso de várias maneiras. E ” a vida na Terra, não há nada que nos possa proteger” já cantou o Humberto. Então para os imortais viverem por amor e misericórida entre nós eles correm riscos de perder temporariamente sua própria divindade. Aqui é uma escola e para muitos não a única, mas é a minha preferida, se eu pudesse escolher viver no reino dos céus (ou Absoluto) para sempre ou aqui embaixo “por amor as causas perdidas” não tenho dúvida da minha escolha. E pergunto a todos: há escolha? (”a gente pensa que escolhe” Nando Reis). “Não adianta mesmos ser livre, se tanta gente vive sem ter como comer”.
Por fim vai fundo no seu coração. Aprenda com os comentários dos outros, como diz o Maltz nós precisamos do olhar do outro para vermos a nós mesmos. E o principal: nunca se amarre na filosofia quando não há beleza, pois não há filosofia sem o belo.
25 de agosto às 11:53
O problema da filosofia sem a beleza é que se entra (sem saber) num beco sem saída, num labirinto e demora muito tempo para descobrir que nós somos o Minotauro e as paredes, nossas lágrimas…
27 de agosto às 1:46
Caro Leonardo Daniel,
Li seus comentários e te achei muito sensível. Meu marido também é mais novo que eu. Que bom que vcs não tem medo do tempo e das diferenças de idade. Confesso qeu no começo eu tive medo. Falamos muito sobre isso. E decidimos tentar. Daí descobrimos que o tempo não é contra nós se nos decidirmos a ser feizes agora. Então, retornando ao tema: vamos viver o tempo que nos cabe e pronto. Sem querer esticar ou encurtar.
Enfim para meu amado Marcinho segue esta canção:
Batidas na porta da frente é o tempo
Eu bebo um pouquinho pra ter argumento
Mas fico sem jeito, calado, ele ri
Ele zomba do quanto eu chorei
Porque sabe passar e eu não sei
Um dia azul de verão, sinto o vento
Há folhas no meu coração é o tempo
Recordo um amor que perdi, ele ri
Diz que somos iguais, seu eu notei
Pois não sabe ficar e eu também não sei
E gira em volta de mim, sussurra que apaga os caminhos
Que amores terminam no escuro sozinhos
Respondo que ele aprisiona, eu liberto
Que ele adormece as paixões, eu desperto
E o tempo se rói com inveja de mim
Me vigia querendo aprender
Como eu morro de amor pra tentar reviver
No fundo é uma eterna criança que não soube amadurecer
Eu posso, ele não vai poder me esquecer
No fundo é uma eterna criança que não soube amadurecer
Eu posso ele não vai poder me esquecer
28 de agosto às 12:37
Gilda
(era para eu ter postado ontem)
Hoje é meu aniversário 27/08
E que bom estou do lado dela, tomamos café numa padaria, fogos a um lago, tudo juntinho lado a lado.
Falamos sobre a vida, sobre projetos de livros, sobre mitologia, sim eu a conquistei também com a mitologia…
Hoje faço 31
ela dia dos professores faz 37
mas não importa não é mesmo?
“Somos tão jovens”
“Somos tão jovens” (Renato Russo)
E sempre seremos jovens assim, mesmo quando deitarmos para dormir sobre o tapete do tempo, e nossos olhares se cruzarem por um momento apenas nas estrelas.
“É preciso sonhar” (Nando Reis)
Ganharei um grande presente de aniverário
Um Show do POUCA VOGAL em Goiânia, nesse meu dia, nessa minha noite!
E agora me despeço desejando a você e o Marcinho todo amor do mundo. E só somos sensíveis na comunhão, na relação, pois toda sensibilidade está em querer compartinhar.
Hoje faço 31
E como é de costume
Escreverei um poema
Quantos escreverei até voltar para casa?
Eu não sei
Só quero ser amigo do tempo: decidido ser feliz no agora
28 de agosto às 12:40
Pessoal sobre experiências fora do tempo, atemporais e eternas tenho algo a dizer: O Show de ontem do Pouca Vogal em Goiânia foi assim…
28 de agosto às 16:39
Oi, Leonardo Daniel
Parabéns pelo seu dia!
Escreva seus poemas. É muito bom escrever poesia!
E que maravilha vc e sua amada também decidiram serem felizes agora.
Uma vida cheia de luz,amor e força para vcs!
28 de agosto às 20:25
Obrigado amiga.
Pessoal olha que maluco estava vendo uns arquivos de textos meus e descobri que em 2004 escrevi para uma coluna de jornal, um texto chamado “Sobre o Tempo”.
Lá eu falava do dois tempos: do tempo mítico e do tempo fisico.
E separei a seguinte passagens para vocês:
“É nisso que consiste o tempo vencido pela fé, o tempo mítico, a poesia cantada não é de hoje ou de ontem é de sempre… Nesse tempo, só há final porque houve a queda, a vida humana vale mais que a força do tempo, e os homens velejam num espaço que também é pura ação, o tempo é ação, o tempo só é acionado num ato bravio do herói que faz da vida, signo da alma além do corpo. O tempo mítico não é promessa de eternidade, é substância do eterno e ele é fascinante, quantos já morreram em guerras, em atos terroristas, convictos de serem filhos desse tempo?”